quarta-feira, 23 de julho de 2008

A nossa visita a Segóvia!




































No dia 9 de Junho estivemos em Segóvia no Colégio Sagrado Corazón!
Foi um dia inesquecível!
Fizemos a apresentação do trabalho realizado durante o ano lectivo para os nossos parceiros etwinning. Aqui ficam algumas das memórias visuais desta visita...

terça-feira, 8 de julho de 2008

A nossa escola: onde tudo começou!

Apresentação da Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso. Este trabalho foi apresentado aos alunos do Colégio Sagrado Corazón, em Segóvia no dia 9 de Junho, aquando da visita realizada pelos alunos do 12º G - Turismo e Lazer, no âmbito do projecto eTwinning "Cidades Património da HUmanidade".

sexta-feira, 4 de julho de 2008

Percursos... pelas ruas de Guimarães

Filme realizado pelos alunos do 12º G do Curso de Educação e Formação de Turismo e Lazer. Este filme foi apresentado em Segóvia no dia 9 de Junho aos alunos do Colégio Sagrado Corazón, no âmbito do projecto eTwinning "Cidades Património da Humanidade".

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Guimarães... Património da Humanidade


As origens de Guimarães remontam a meados do século X. Em 1111 nasce provavelmente D. Afonso Henriques, armado cavaleiro em 1125 na Catedral de Zamora e é ele quem, a 24 de Junho de 1128, comanda as suas tropas na célebre batalha de S. Mamede, contra a sua mãe e aliados estrangeiros.


Desse feito militar nasce a soberania portuguesa e Guimarães transforma-se no "berço da nacionalidade". Ainda hoje Guimarães guarda os principais monumentos ligados à fundação de Portugal: o Castelo de Guimarães, a Capela de S. Miguel (onde foi baptizado D. Afonso Henriques) e o Monumento ao Fundador, obra do escultor Soares dos Reis, todos na Colina Sagrada, onde ainda se encontra o Paço dos Duques de Bragança, e onde todos os anos, a 24 de Junho, é depositada uma coroa de flores em homenagem ao pai da Nação.


Mas a riqueza do património histórico de Guimarães é visível muito particularmente no seu Centro Histórico, que foi classificado Património da Humanidade no dia 13 de Dezembro de 2001.
Mas Guimarães não é só história é também paisagens deslumbrantes, cultura, termalismo, folclore, gastronomia, tradições populares, artesanato e desenvolvimento, num mundo de atracções que fazem hoje de si um destino turístico procurado e apreciado.

Rosana Fernandes e Liliana Sousa, 12º G

Segóvia... Património da Humanidade!

Segóvia é um município da Espanha na província de Segóvia, comunidade autónoma de Castela e Leão, com 163,38 km² de áerea, uma população de 55586 habitantes (2004) e densidade populacional de 340,23 hab/km².
A cidade foi declarada Património da Humanidade pela UNESCO. Caracteriza-se pela sua espectacular localização, tendo sido erguida sobre uma saliência rochosa rodeada pelos rios Eresma e Clamores, pelo que parece um navio de guerra a atravessar o mar de Castela. É conhecida internacionalmente pelo seu famoso Aqueduto. Destacam-se igualmente a Catedral e o Alcazar. O aqueduto romano de 163 arcos, é uma construção de finais do século I, uma extraordinária obra de engenharia; a imponente Catedral Gótica completada em 1577, com os belos pináculos apontados para o céu, e o Alcazar, com os seus torreões e ameias a erguer-se sobre enormes penhascos, e que tem sido comparado a um castelo de conto de fadas (aliás, foi nele que se inspirou Walt Disney para o castelo da Bela Adormecida).
Ainda em Segóvia, vale a pena visitar a igreja românica de São João dos Cavaleiros, a da Vera Cruz, do século XIII, e a Casa de los Picos, junto das muralhas da cidade com uma fachada enfeitada com pedras talhadas em diamante.
Ao longo da província, há vários castelos que merecem ser admirados: o de Pedraza de la Sierra, a erguer-se solitário sobre uma saliência rochosa, o de Turégano, do século XV, que aloja a igreja de São Miguel, o de Arévalo, do século XIV, e o belo Castillo de Coca, construído em 1453, em estilo gótico-mudéjar.


Informações sobre a Cidade:


Comunidade Autónoma: Castela e Leão
Província: Segóvia
Área: 163,38 Km²
Altitude: 1002 m
População: 55586 hab. (2004)
Densidade: 340,23 hab/km²
Coordenadas: 40° 57' N 04° 07' O
Website: www.segovia.es

Uma Viagem a Segóvia...

terça-feira, 1 de julho de 2008

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Projecto Etwinning



Os alunos da turma G de 12º do Curso de Educação e Formação de Técnico de Turismo e Lazer, estão envolvidos num Projecto eTwinning intitulado: Cidades Património da Humanidade.
O objectivo deste projecto prende-se com o conhecimento das cidades que fazem parte do Património da Humanidade. Neste contexto, a turma está a efectuar pesquisas relativas à cidade de Guimarães e a Segóvia em Espanha.
Mais especificamente, este projecto está a ser concretizado em parceria com a escola de Segóvia, “Colégio Sagrado Corazón”.
Neste momento já foi criado um blogue (http://cidadespatrimonio.blogspot.com) e iniciada a apresentação dos alunos através de e-mail na página eTwinning relativa ao referido projecto. A Internet é o elo de ligação entre estas duas escolas.
“Este Projecto está a ser enriquecedor para nós, uma vez que podemos estar em contacto com culturas, costumes e pessoas diferentes”, referiram os alunos.
Na sua opinião, tem sido interessante trabalhar com os alunos da escola de Segóvia.




Turma G, 12º - Turismo e Lazer

quarta-feira, 30 de abril de 2008

Um olhar sobre Segóvia!



Olá! Somos alunas da Escola Secundária da Póvoa de Lanhoso e estivemos a fazer uma pesquisa sobre o Património Cultural de Segóvia. Esta nossa pesquisa consistiu na procura de imagens e informação sobre a cidade através da Internet. Por aquilo que estivemos a pesquisar, observamos que de facto a cidade é lindíssima. Constituída por monumentos grandiosos como o Aqueduto Romano (163 arcos), a imponente Catedral gótica completada em 1577 e o Alcazar, com os seus torreões e ameias a erguer-se sobre enormes penhascos, e que tem sido comparado a um castelo de conto de fadas (aliás, foi nele que se inspirou Walt Disney para o castelo da Bela Adormecida) entre outros. Seria certamente uma das cidades que gostaríamos de visitar.


Fania e Sara, 12º G

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2008

A nossa página na internet!

http://www.esec-povoa-lanhoso.rcts.pt/

Visitar o nosso património!



No âmbito da disciplina de Animação Cultural e Planeamento de Actividades a turma G do 12º ano, realizou uma visita de estudo ao Museu dos Biscaínhos no passado dia 22 de Janeiro, para adquirir novos conhecimentos no campo do planeamento de actividades ligadas à cultura e ao lazer. Esta visita inseriu-se, também, no contexto do projecto eTwinning "Cidades património da Humanidade", projecto esse que está a ser dinamizado conjuntamente com um escola da cidade espanhola de Segóvia.
O museu encontra-se em pleno coração da cidade de Braga, e já travou muitas batalhas para se manter de pé bem como alterações ao longo do tempo.
É um edifício do século XVI e tem um enorme valor Histórico.
No seu interior podemos observar vários estilos de arte desde arte Gótica, Barroca, bem como da época dos Descobrimentos, visível nos objectos de origem oriental.
O palácio e o seu jardim desvendam o quotidiano da nobreza, assim como numerosas referências da vida dos outros habitantes do espaço: criados, escravos, capelães.
Todos apreciaram a visita de estudo, adquirindo novos e diversificados conhecimentos.
A turma de Turismo e Lazer aconselha a toda a comunidade escolar a visitar o nosso património, porque muitas vezes é esquecido e abandonado.


Bruno Gonçalves

Preservar o Património




O património em comunhão com a história representa, ou melhor, apresenta-se na forma de herança cultural. Ao longo dos séculos que até hoje passaram, várias marcas foram deixadas pelos nossos antepassados. Desde coisas enormes e gigantescas que mostram a evolução e o poderio dos povos antigos, como os castelos, os conventos, os palácios, os mosteiros, enfim tudo aquilo que cria impacto logo à primeira vista.
Mas não são só estas marcas que ficam; as pequenas mas grandes marcas, como um anel que passou de geração em geração, a espingarda de caça do avô, o quadro que a avó tanto gostava, todas estas marcas têm significado, a única diferença é que os castelos, por exemplo, estão àvista de todos.
Às marcas deixadas pelos nossos antepassados é costume chamarem-lhe herança, ou até mesmo lembranças, mas cientificamente chamam-lhe património.
O património familiar, o património mundial, (e muitos outros patrimónios!), têm entre si muitas semelhanças como referi anteriormente, mas a mais importante de todas é o facto de ambos contarem histórias, a capacidade de dizer “quem” foi, como foi, pode também dizer-nos de onde viemos ou quem fomos.
Em termos de património Portugal é um país riquíssimo, temos monumentos que nos deixam com “água na boca”. Quem não se lembra do castelo de Guimarães ao qual podemos atribuir a grande importância que merece, sem ser desvalorizado ou até mesmo ignorado.
Na minha região, chamo-lhe minha pois foi aqui que nasci, que fui criado e que cresci, tenho um leque enorme de monumentos. Logo aqui ao pé, o Castelo de Lanhoso, construído no maior monólito da Península Ibérica, a Carta de Foral, a Citânia de Briteiros, o Museu do Ouro em Travassos, a estátua da Maria da Fonte, símbolo do concelho tal como o castelo.
Comparo com algumas cidades como Viana do Castelo, Caminha e Braga que possuem grandiosos edifícios, podemos então dizer que somos uns privilegiados neste aspecto.
O grande problema é que não sabemos usufruir de tudo isto, pois preferimos visitar ou procurar outros monumentos, por vezes muito desinteressantes em vez de conhecermos bem aquilo que temos ao nosso lado.
Cabe-nos a nós, em primeira mão, preservá-lo, cuidar, mantê-lo “vivo”, divulgá-lo, mostrar o que de melhor temos, pois as degradações, destruições e o à vontade com que dizemos “não quero saber, que caia não faz mal nenhum…” são como que um assassinato de um pedaço de nós, de quem fomos, e daquilo que poderemos vir a ser. Pois o Património é nada mais nada menos que o nosso passado e o nosso presente, este conjuga-se concedendo-nos a possibilidade de nos conhecermos cada vez melhor e preparar o futuro.
Cabe ao “preservador” ou “amante da história e do passado” que há em nós proteger, cuidar, tratar, dinamizar, publicitar o que de extraordinário temos ao nosso alcance, o grande punhado de riqueza histórica que possuímos.
O grande passo já foi dado há muitos anos atrás pelos nossos antepassados com a construção de tamanhos edifícios, grandes e belos, ricos em termos de história, quem não se lembra do convento de Mafra... resta-nos a nós dar o passo mais fácil, e quão fácil é, nada mais nada menos que proteger aquilo que nos deixaram.

Leonel Gonçalves